Competitividade nas aulas de Educação Física
das concepções à organização do trabalho pedagógico
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A competição é parte constitutiva do viver e está presente nas manifestações da vida cotidiana. Contudo, na contemporaneidade, ela assume um novo ethos: competir passa a significar a busca pela vitória a qualquer custo — uma excitação esvaziada de princípios básicos de convivência e inibidora de possibilidades formativas.
Embora a competitividade não se restrinja à Educação Física, este é o espaço curricular com as implicações mais perceptíveis do fenômeno. É, portanto, imperativo que os docentes estejam preparados para lidar com suas manifestações, propondo um trabalho pedagógico com consistência e coerência epistemológicas.
O estreitamento na apreensão do assunto tem trazido prejuízos ao desenvolvimento da resiliência, da autoestima e da autossuperação dos estudantes, aspectos cruciais para o modo como as novas gerações lidam com questões emulativas na sociedade. A escola, e em particular a Educação Física, não pode se eximir desta incumbência, evitando que os estudantes conheçam da competitividade apenas sua caricatura neoliberal, caracterizada por apelos hedonistas e individualistas.
Este livro propõe ir além dos extremos. Entre deplorar a competitividade como fenômeno deletério e adotá-la de modo acrítico, os autores convidam o leitor a pensá-la na ótica da “terceira margem”.
Baseado em uma pesquisa com docentes de Educação Física, a obra oferece um novo olhar: aquele que descobre que ganhar a vida é melhor do que ganhar do outro. Um estudo essencial para viabilizar experiências formativas significativas, fomentando saberes culturais, éticos, corporais e humanizadores a partir dos itinerários emulativos.
Embora a competitividade não se restrinja à Educação Física, este é o espaço curricular com as implicações mais perceptíveis do fenômeno. É, portanto, imperativo que os docentes estejam preparados para lidar com suas manifestações, propondo um trabalho pedagógico com consistência e coerência epistemológicas.
O estreitamento na apreensão do assunto tem trazido prejuízos ao desenvolvimento da resiliência, da autoestima e da autossuperação dos estudantes, aspectos cruciais para o modo como as novas gerações lidam com questões emulativas na sociedade. A escola, e em particular a Educação Física, não pode se eximir desta incumbência, evitando que os estudantes conheçam da competitividade apenas sua caricatura neoliberal, caracterizada por apelos hedonistas e individualistas.
Este livro propõe ir além dos extremos. Entre deplorar a competitividade como fenômeno deletério e adotá-la de modo acrítico, os autores convidam o leitor a pensá-la na ótica da “terceira margem”.
Baseado em uma pesquisa com docentes de Educação Física, a obra oferece um novo olhar: aquele que descobre que ganhar a vida é melhor do que ganhar do outro. Um estudo essencial para viabilizar experiências formativas significativas, fomentando saberes culturais, éticos, corporais e humanizadores a partir dos itinerários emulativos.
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